Atraso Injustificado? Saiba como proceder!

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Atraso Injustificado? Saiba como proceder!

By |2018-10-23T16:18:43+00:0005/02/2016|Gestão de Pessoas, Todos os nossos artigos|0 Comments

Caso não seja algum conhecido ou até você mesmo, todo mundo conhece alguém que não acordou disposto ou que esteve preso em um engarrafamento: estes são casos normais de atrasos, situações do dia a dia. Porém, casos recorrentes de atraso injustificado não são tolerados por lei e os estabelecimentos são protegidos por ela.

Colaboradores que agem imprudentemente perante sua jornada de trabalho carecem de uma gestão de pessoas mais eficiente, que realmente dê aos coordenadores uma visão ampla e facilmente acessível do dia a dia da empresa.

O que a lei fala sobre o atraso injustificado?

Segundo o parágrafo 1 do artigo 58 da CLT, o limite de dez minutos diários não é levado em conta como jornada extraordinária, seja para descontá-los ou computá-los.

A Consolidação das Leis de Trabalho também prevê que, quando atrasado, ao exceder a tolerância de minutos, o funcionário não poderá ser impossibilitado de trabalhar.

Ainda assim, nestes casos, o pagamento mensal poderá sofrer descontos, de acordo com o número de minutos ou horas atrasadas e o valor delas. Caso os atrasos sejam recorrentes, advertências, suspensões – dentre outras penalidades, incluindo o barramento ao Repouso Semanal Remunerado – poderão ser aplicadas.

E no caso de faltas?

Já no artigo 473, vemos que o não comparecimento ao posto de trabalho possui algumas peculiaridades, como:

“Art. 473 – O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: (Redação dada pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967)

I – até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967)

II – até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de casamento; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967)

III – por um dia, em caso de nascimento de filho no decorrer da primeira semana; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967)

IV – por um dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada; (Inciso incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967).”

Como gerir um atraso injustificado?

A melhor forma de saber o que, como e onde estão os seus colaboradores, bem como sua jornada diária, é através de tecnologias que além de georreferenciamento, servem como controle de ponto on-line e permitem a extração de dados de todos os colaboradores.

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