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Cartão de ponto eletrônico pode ser utilizado no serviço público?

Tempo de Leitura: 2 minutos O serviço público também depende do registro de jornada para o garantir os direitos de seus funcionários e, por isso, pode se aproveitar de um cartão de ponto eletrônico para automatizar o processo.

2 junho 2017 TEMPO DE LEITURA : 2 minutos Foto Leonardo Barros
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Tempo de Leitura: 2 minutos

No serviço público, casos de fraudes na marcação de ponto chamam a atenção da sociedade em geral. Para evitar essa situação e ainda melhorar o controle da jornada dos colaboradores, o cartão de ponto eletrônico é uma boa solução.

A tecnologia de marcação eletrônica é um dos sistemas criados como alternativa ao tradicional relógio de ponto, legalizadas pela Portaria 373 do MTE. Portanto, uma escolha válida e que só tende a favorecer as repartições públicas do país.

Continue a leitura e entenda por que utilizar o cartão de ponto eletrônico no serviço público!

Melhor controle de horas

O controle de horas trabalhadas pode ser precário no serviço público. Em geral, essa situação prejudica o registro correto da jornada de trabalho e das horas extras cumpridas.

Quando o controle de ponto é manual, falhas de marcação podem levar a inconsistências que comprometem a remuneração correta pelas horas extraordinárias.

Além disso, quando a repartição adota o regime de banco de horas, fica difícil ter certeza do total de horas trabalhadas e da quantidade a ser revertida em folgas, por exemplo.

Com um cartão de ponto eletrônico, a marcação é feita de forma simples. Além disso, os dados ficam registrados no software de controle de ponto, facilitando todo o processo de conferência e controle de horas.

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Garantia de direitos e deveres trabalhistas

Acompanhar a jornada de trabalho e realizar a marcação de ponto de funcionários é crucial para a garantia dos direitos aos servidores como reduções na jornada ou o pagamento de horas extras. Algo que vai ao encontro da melhoria no controle de jornada laboral, possibilitada pela adoção de um sistema de cartão de ponto eletrônico.

Além disso, o uso dessa tecnologia garante que as repartições públicas estejam em conformidade com as normas do Ministério do Trabalho. Isso porque possibilita o registro correto das jornadas, incluindo todos os horários de entrada, saída e intervalos.

Planilha Controle de Ponto Individual

Facilidade na definição de escalas

As escalas de trabalho são comuns no serviço público, sobretudo em ambientes ligados à área da Saúde, como os hospitais. Ainda que a marcação de ponto seja devidamente feita, a conferência de dados e a organização dos horários pode ser extremamente complicada.

Quem realiza essa função precisa considerar não só a disponibilidade dos servidores, mas o volume de horas extras realizadas por cada um. O objetivo é evitar o aumento das despesas da repartição com a folha de pagamento ou garantir que o regime de banco de horas seja devidamente cumprido.

Um sistema de cartão de ponto eletrônico facilita a coleta, análise e organização dos dados. Consequentemente, torna mais simples a definição de escalas, economizando tempo e até dinheiro.

Geração de relatórios personalizados

Relatórios desenvolvidos com base nos dados das jornadas de trabalho dos servidores são importantes para o RH e para a avaliação de desempenho e resultados da repartição.

Quando o sistema de ponto é manual, a geração desses relatórios demanda um extenso trabalho de combinação de informações e análises. Uma tarefa que demanda tempo e, por isso, pode até prejudicar a qualidade final.

O cartão de ponto eletrônico possibilita a geração automática de relatórios que, inclusive, podem ser personalizados. Assim, decisões estratégicas passam a ser melhor embasadas, levando a resultados mais positivos para a repartição.

Ficou interessado em uma solução que melhore a gestão do cartão de ponto eletrônico da sua equipe? Saiba como automatizar o controle de ponto e ganhe tempo para o RH estratégico!

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Foto: Leonardo Barros

Leonardo Barros

Leonardo é pós-graduado pela PUC Minas em Ciências da Computação. Formou-se em Inovação e Empreendedorismo pela Universidade de Stanford. Fundou diversas empresas de tecnologia e gestão, além das startups Tangerino, Argos e Columbus. É CEO do Tangerino, empresa pioneira em controle de ponto digital no Brasil.

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