Planilha de horas trabalhadas com banco de horas: como criar a sua?

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Planilha de horas trabalhadas com banco de horas: como criar a sua?

Tempo de leitura: 3 minutos

Usar uma planilha de horas trabalhadas com banco de horas não é a melhor alternativa, mas ainda está entre as mais usadas dentro de pequenas empresas. Neste post, vamos explicar quais informações são essenciais no preenchimento dessa planilha e também mostrar suas maiores falhas. Confira!

Configurando a planilha de horas trabalhadas

Para que a sua planilha de horas trabalhadas com banco de horas funcione é preciso criar colunas, que depois serão preenchidas com as informações de cada funcionário. O ideal é que cada colaborador tenha uma aba do Excel dedicada à ele.

Na primeira coluna, você insere a data e na segunda informa quantas horas por dia aquele funcionário deve trabalhar. Em seguida, ficam as colunas que devem ser preenchidas com os horários de entrada e de saída, lembrando que a maior parte dos trabalhadores faz a marcação de ponto no início do primeiro turno de trabalho, sai para almoçar e então registra o início do segundo turno.

O campo seguinte deve ser programado para calcular quantas horas foram trabalhadas no dia. Ou seja, os horários de entrada devem ser subtraídos dos horários de saída, e então somados entre si. O valor final é a quantidade de horas trabalhadas naquele dia.

Para saber quantas horas extras, ou minutos, foram trabalhados, subtraia do saldo final a quantidade de horas previstas na jornada daquele funcionário. Configure a soma de todo os valores da coluna para saber o saldo do mês.

Desvantagens da planilha

Ao optar por uma planilha de horas trabalhadas com banco de horas, o empresário precisa estar ciente da quantidade de tempo que o departamento de pessoal vai demorar para calcular a folha de ponto ao final de cada mês. Quanto maior a quantidade de funcionários, mais registros de ponto precisam ser transferidos para a planilha, calculados e conferidos.

Outra questão é a facilidade de cometer erros durante o preenchimento de horários, já que todo o processo de controle de ponto é manual. Também fica fácil para os funcionários enganarem o empregador, já que podem registrar horários diferentes da realidade.

Para o colaborador, as planilhas de horas trabalhadas com banco de horas são ruins porque ficam restritas ao departamento de pessoal. Para saber como está o seu saldo de banco de horas, o funcionário precisa entrar em contato com o setor, que nem sempre estará com esse cálculo atualizado. Por isso, o empregado pode ter uma surpresa ao final do mês e até mesmo suspeitar da empresa.

Há outras opções para cálculo de banco de horas?

Felizmente, no século XXI já existem tecnologias mais confiáveis e práticas para substituir a planilha de banco de horas trabalhadas com banco de horas. Estamos falando dos softwares de controle de ponto, que calculam automaticamente o saldo de horas extras de cada trabalhador a partir de suas marcações de ponto diárias.

Com eles, o erro humano é eliminado, a possibilidade de fraude não existe e muito tempo é economizado no departamento de pessoal e contribui para o RH estratégico. Além disso, cada colaborador consegue acompanhar seu banco de horas em tempo real, por isso o quadro de funcionários passa a confiar mais na empresa.

Enquanto a planilha de horas trabalhadas com banco de horas não tem nenhum valor judicial, o ponto digital é totalmente aceito em processos trabalhistas. Pronto para modernizar o departamento de pessoal? Entre em contato com a Tangerino e teste o software gratuitamente por 14 dias!

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