Departamento de RH: cenários para o restante do ano

//Departamento de RH: cenários para o restante do ano

Departamento de RH: cenários para o restante do ano

By |2018-08-07T18:01:12+00:0007/07/2017|Gestão de Pessoas|0 Comments

Parece que foi ontem que 2016 acabou e você conferiu uma série de posts sobre tendências para 2017, não é? Porém, metade do ano já se passou, e possivelmente sua empresa não aplicou muitas delas.

Mas se engana quem acha que é tarde para colocá-las em prática! Hoje, vamos mostrar que ainda dá tempo de aplicar boas ideias no departamento de RH para investir melhor e mais efetivamente no principal ativo da companhia: o capital humano.

Quer correr atrás do tempo perdido e inovar na gestão de pessoas ainda em 2017? Continue a leitura e confira 6 boas ideias para aplicar no seu negócio!

Boas ideias para o departamento de RH aplicar ainda este ano!

1. Gestão da força mista de trabalho

Uma geração de nômades digitais está chegando ao mercado. Eles são o futuro da força de trabalho e têm a capacidade de inovação de que as empresas precisam para se manter competitivas no mercado. Além disso, são altamente focados em resultados.

No entanto, esses benefícios vêm com outras características: a valorização da qualidade de vida em detrimento dos confortos convencionais (carteira assinada e vínculo empregatício) e da liberdade de programar suas próprias vidas.

Como atrair esses talentos valiosos? Uma opção é a contratação de freelancers — profissionais autônomos que não têm qualquer tipo de vínculo empregatício com a instituição. São contratados por projetos ou para atender a uma demanda específica.

Para a empresa, essa relação também tem vantagens: a contratação acontece por demanda, e por isso ela não precisa arcar com os custos de manter um funcionário o tempo inteiro, mesmo em época de queda no faturamento.

Além disso, como não são contratados, os freelancers sabem que sua procura depende dos resultados que apresentam. Por isso, são eficientes!

Equilibrar a força efetiva de uma empresa (que pode ser essencial) com a dos freelancers é uma alternativa vantajosa para ambas as partes. Basta que o RH saiba gerenciar esses recursos.

2. Gerenciamento de home office e do trabalho flexível

Sabe-se que qualidade de vida resulta em aumento na produtividade. Esse é um dos principais motivos para adotar modelos como o home office e trabalho flexível.

Essas opções de jornada facilitam a conciliação entre vida profissional e pessoal, além dos cuidados com a saúde do colaborador. A produtividade não é a única vantagem para a empresa, pois ela também economiza com transporte e com o gerenciamento de seu espaço e da estrutura.

Essas alternativas são também uma forma de atrair talentos mais jovens, que costumam valorizar a relação custo-benefício e dar um peso maior à qualidade de vida diante de propostas semelhantes de trabalho.

Para que uma empresa obtenha sucesso nesses modelos, ela precisa se preparar para adotar políticas específicas. É preciso definir se o home office será eventual ou integral e também estabelecer regras quanto à flexibilidade de horário, entre outras medidas.

3. Migração de processos de gestão de indivíduos para a gestão de equipes

A ideia é não focar na atuação e desenvolvimento dos colaboradores de forma individual, mas no aperfeiçoamento da equipe. É preciso entender o que faz grandes times alcançarem resultados excepcionais.

Entre as iniciativas que promovem o crescimento das equipes, podemos destacar:

  • ações para fomentar a comunicação e colaboração interna;
  • formação de times fortes, que contam com competências complementares;
  • trabalho em projetos, nos quais as atribuições são realizadas de acordo com as características e competências de cada indivíduo;
  • reuniões periódicas de avaliação do andamento do projeto, nas quais a interdependência entre as tarefas é discutida;
  • feedback constante para indivíduos e para a equipe como um todo.

Há ainda muitas outras alternativas para uma gestão de pessoas que promove o desenvolvimento de equipes. Basta que a liderança tenha esse foco e busque soluções para torná-las coesas e eficientes.

4. Consolidação de cultura organizacional

O que clientes e funcionários podem esperar de sua empresa? A resposta a esta questão depende da cultura organizacional que ela pratica todos os dias. Ela estabelece as diretrizes para as ações que afetam seu público interno e externo.

Como hoje os colaboradores esperam transparência das organizações, a consolidação dessa cultura é fundamental. O conhecimento e a prática desses princípios dentro de uma empresa geram um índice maior de satisfação dos trabalhadores, com resultados evidentes na produtividade e retenção de talentos.

Esse aspecto é tão importante que, atualmente, o fit cultural é um requisito tão importante para a contratação de um candidato quanto sua formação acadêmica, experiência e competências. Portanto, vale a pena investir em sua consolidação.

5. Domínio da tecnologia em processos do RH

Recrutamento via plataforma, softwares para gerenciamento dos processos, intranet para a comunicação interna e engajamento de funcionários, portal onde o colaborador acessa mensagens, demonstrativos de pagamento e faz solicitações — tudo isso já faz parte da rotina do RH de muitas empresas.

Essas mudanças foram fundamentais para permitir que o RH deixasse o foco operacional e tivesse tempo para se tornar, de fato, um departamento estratégico dentro das organizações.

Mas a inovação não tem limites e traz novas soluções a cada dia. Muitas delas utilizam a tecnologia em nuvem para facilitar processos e permitir o controle das atividades de trabalhadores remotos, entre outras possibilidades.

6. Investimento na “experiência do empregado”

No mundo dos negócios, o conceito de “experiência do consumidor” já é bastante conhecido. Trata-se de tornar sua interação com a companhia positivamente surpreendente em todas as etapas, com a intenção de fidelizá-lo.

Hoje, no entanto, as companhias percebem uma nova necessidade: a de reter (ou fidelizar) seus talentos. Afinal, colaboradores competentes e engajados produzem excelentes resultados, e a organização não quer perdê-los para outras empresas.

Esse cenário originou um novo conceito — o da experiência do empregado. Nesse paradigma, a empresa procura ver o mundo com os olhos do colaborador para implementar ações que desafiam, estimulam e valorizam seus funcionários.

Para isso, as empresas apostam em melhorias no ambiente físico, acesso a ferramentas e tecnologias que favorecem a produtividade, iniciativas para dar oportunidades de aprendizagem e a atribuição de recompensas por desempenho.

Também fazem parte dessa iniciativa as ações que promovem o alinhamento à cultura organizacional. Atualmente, ela é utilizada inclusive para selecionar talentos mais adequados à companhia, o que favorece o estabelecimento de uma relação de trabalho longa, estimulante e produtiva.

Preparado para revolucionar o departamento de RH nesse restante do ano e tornar a gestão de pessoas muito mais eficiente? Para receber outras dicas imperdíveis como essas em primeira mão, assine a nossa newsletter!

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