Planilha de horas trabalhadas assegura horas extras?

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Planilha de horas trabalhadas assegura horas extras?

Por |2019-01-23T15:12:03+00:0010/01/2019|Gestão Empresarial, Todos os nossos artigos|0 Comentários
Tempo de leitura: 3 minutos

Uma das preocupações do gerente de Recursos Humanos é quanto à planilha de controle de horas dos funcionários. Isso porque um erro, tanto na marcação quanto na conferência, pode causar transtorno ao funcionário, a não contabilização de horas extras devidas e consequente corte de valores na folha de pagamento.

Aliás, para as empresas, uma falha no controle de ponto pode levar ao pagamento de multas, caso sejam questionadas na justiça.

As tradicionais planilhas de horas trabalhadas, por exemplo, foram responsáveis por inúmeros processos trabalhistas, já que o controle de ponto manual, em que o horário de chegada e saída são preenchidos à mão pelos próprios funcionários ou responsáveis pelo RH, estão mais sujeitos a erros e fraudes.

Por dentro da Lei

Como maneira de formalizar a planilha de horas trabalhadas e minimizar os problemas, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou as portarias 1510 e 373. A primeira, instituída em 2009, regulamenta o Sistema de Registro de Ponto Eletrônico, como o próprio nome sugere, obriga empresas a registrarem, de forma eletrônica, o início e fim da jornada diária dos colaboradores.

Já para atender as pequenas organizações que não podem investir na implantação do sistema, o Ministério do Trabalho publicou, em 2011, a portaria 373, que permite o uso de formas alternativas de controle de ponto.

Confira a explicação do CEO do Tangerino sobre a legislação do controle de ponto:

 

 

E uma solução alternativa viável para manter uma planilha de horas trabalhadas é investir em um sistema de ponto o que automatize a marcação e, com isso, evite erros e otimize o tempo que seria gasto com conferência.

Aplicativo

Um bom exemplo é o Tangerino, aplicativo de controle de ponto online que trabalha em conformidade com as portarias 1510 e 373 do Ministério do Trabalho.

Ou seja, o processo de coleta de dados e criação de relatórios estão de acordo com as diretrizes da Lei e o registro de ponto é aceito como comprovante, sobretudo em ações trabalhistas. Por não exigir número mínimo de colaboradores cadastrados, o Tangerino pode ser implantado em empresas de pequeno, médio e grande porte.

E o monitoramento diário vai além das entradas e saídas. A partir do momento em que o aplicativo é instalado no smartphones ou tablets dos colaboradores, ele inicia o registro da planilha de horas trabalhadas, em tempo real, das pausas e horas extras de forma individualizada, proporcionando maior segurança e transparência.

A funcionalidade também permite que equipes que atuam no trabalho externo também sejam monitoradas.

Apesar de precisar de internet para transmitir as informações, o app de ponto Tangerino funciona de forma offline. Isso porque a plataforma continua o monitoramento e, ao se conectar, os dados são transferidos para a base.

Enquanto isso, os gestores têm acesso quase imediato às planilhas de horas trabalhadas no painel de controle.

O Tangerino também trabalha como um facilitador no setor de Recursos Humanos, já que otimiza o processo de fechamento da folha de ponto. Com apenas alguns cliques, o aplicativo contabiliza o tempo trabalho no mês e cria a planilha de hora extra. Com os dados já formatados em mãos, a equipe de RH pode calcular a folha de pagamento.

A contratação do Tangerino é realizada de acordo com a quantidade de funcionários cadastrados no aplicativo.

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